CRÍTICA - Planeta dos Macacos - O Confronto
Depois da Origem, chega aos cinemas “O Confronto”, Planeta dos Macacos em seu filme decisivo depois de três anos do primeiro e, já adianto, um dos melhores filmes do ano até agora!
Em 2011 ressurgia uma antiga franquia explorada ao seu máximo, mais de dez filmes, séries de televisão e outras coisas. Antes do filme estrear ele sofreu preconceito de todos os lados por se tratar de uma história nova ou apenas por se tratar de mais um Planeta dos Macacos, mas depois que foi para as telonas o sucesso foi absoluto! Um ótimo filme, com ótimos atores, uma trama envolvente, crível, e um personagem icônico, Cesar.
Eis que em 2014 chega aos cinemas a continuação tão aguardada. Quinze anos após a conquista da liberdade, César, interpretado em captura de movimentos por Andy Serkis, e os demais macacos vivem em paz na floresta próxima a San Francisco. Lá eles desenvolveram uma comunidade própria, baseada no apoio mútuo, para que possam se manter. Enquanto isso, os humanos enfrentam uma das maiores epidemias de todos os tempos, causada por um vírus criado em laboratório, chamado vírus símio. Diante disto, um grupo de sobreviventes liderado por Dreyfus, Gary Oldman em uma ótima atuação, deseja atacar os macacos para usá-los como cobaias na busca por uma vacina. Só que Malcolm (Jason Clarke), que conhece bem como os macacos vivem por ter conquistado a confiança de César, deseja impedir que o confronto aconteça.
Desde a primeira cena, espetacular por sinal, sentimos o clima do filme, uma tensão sem tamanho que só cresce a cada segundo. O tom de terror e suspense está em todos os lugares, desde as expressões dos macacos, da floresta úmida e escura ou dos atos dos seres humanos contra os macacos. Isso deixa o filme que poderia ser monótono, quente e borbulhando durante todos os seus 130 minutos.
Os efeitos estão espetaculares! Todos os macacos, exceto um, são por capturas de movimento, fazendo com que esse filme seja o quem o maior número de atores com essa técnica da história. Um dos macacos, o Maurice, simplesmente é indistinguível da realidade.
Outro ponto fortíssimo do filme é como os macacos evoluíram do primeiro filme para o segundo, é muito crível que tudo aquilo ia acontecer, não só com eles, mas com todos os humanos também. A comunicação e a sociedade de ajuda mutua é muito forte e o fato de eles ainda estarem aprendendo a falar, deixa cada palavra com um peso ainda maior!
Enfim, Planeta dos Macacos – O Confronto é um dos melhores filmes do ano até aqui, ele merece ser visto no cinema o quanto antes, mas sem o 3D, porque não vale a pena. Mas se não tiver outro jeito, o filme vale muito o ingresso... ou até dois!
Nota: 10,0!








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