CRÍTICA - Transformers: A Era da Extinção
Em 2007, Michael Bay trazia para os cinemas o filme que adaptava as histórias dos brinquedos e desenhos da Hasbro. Depois de um sucesso estrondoso e um marco de tecnologia e ação a sequência foi oficializada e depois de 7 anos o quarto filme da série chega nas telas de todo o mundo. A Era da Extinção consegue manter o que o primeiro filme de Bay nos trouxe?
Com os Estados Unidos se reorganizando quatro anos depois da conclusão de Transformers: Dark of the Moon, Autobots e Decepticons desaparecem da face da Terra. Contudo, um poderoso grupo de cientistas e empresários, na busca por aprender com as invasões passadas dos Transformers, acaba ultrapassando as barreiras da tecnologia para além do seu controle. Ao mesmo tempo, uma nova ameaça Transformer coloca a Terra em sua mira. Essa é a sinopse do filme.
Começamos com a ideia de que tudo aquilo que aconteceu em Chicago mudou o mundo, certo? Errado! Porque nada muda para o mundo, exceto para as empresas, as famosas industrias que querem ver lucro em tudo. E com os robôs gigantes não é diferente. Os humanos agora conseguem construir seus próprios Transformers, a partir da reciclagem de antigos autobots ou decepticons para conseguir o metal raro “Transformio”.
Trazendo renovação para a série, Bay investe em novos atores, se nos três primeiros tínhamos Shia LaBeouf com seus tiques e maluquices, neste filme temos Mark Wahlberg, um pai inventor solteiro que tenta cuidar de sua filha da melhor maneira possível. A seriedade vem com as histórias dos personagens e com as motivações, fazendo com que os personagens humanos sejam o destaque bom do filme, mas tudo isso é eclipsado mais uma vez pelo estilo Michael Bay de cinema.
A história passa despercebida, rápida e confusa demais, como sempre estamos em vários lugares em pouco tempo. Não sabemos muito bem a motivação ou sequer de onde surgiram os novos autobots e Bumblebee tem destaque mínimo nesse filme. A carga mesmo fica nos ombros de Optimus e Cade (Wahlberg) tentando desvendar o mistério de um novo Transformer que aparece, mas no final apenas ficamos com mais pontos de interrogação.
Mas quem disse que isso tudo importa? Esse novo filme da série consegue ser muito divertido, a escala das destruições estão cada vez maiores, vemos navios sendo arremessados, naves sugando tudo de metal para depois deixar que caia sobre Hong Kong, mas não antes de destruir mais uma vez Chicago em uma sequência de fuga de tirar o fôlego. Um dos pontos altos da tensão é em uma cena que os protagonistas humanos precisam atravessar cabos de aço entre dois prédios gigantescos. E o que falar dos Dinobots?
Chegando ao final do longo filme, percebemos que a diversão ficou mais contida se comparada com o primeiro, e a fórmula do bom filme se perdeu, mas os ingredientes para o sucesso estão em peso, ingredientes esses que levaram o filme a arrecadar mais de 1 bilhão e, por enquanto, galgar a posição número 18 no ranking mundial.
O filme tem seus problemas, muitos por sinal, mas Transformers nunca se pode olhar com muita critica, mas sim com olhos de uma criança se divertindo, e isso ele consegue, divertir quem está assistindo.
Nota: 8,5!
Com os Estados Unidos se reorganizando quatro anos depois da conclusão de Transformers: Dark of the Moon, Autobots e Decepticons desaparecem da face da Terra. Contudo, um poderoso grupo de cientistas e empresários, na busca por aprender com as invasões passadas dos Transformers, acaba ultrapassando as barreiras da tecnologia para além do seu controle. Ao mesmo tempo, uma nova ameaça Transformer coloca a Terra em sua mira. Essa é a sinopse do filme.
Começamos com a ideia de que tudo aquilo que aconteceu em Chicago mudou o mundo, certo? Errado! Porque nada muda para o mundo, exceto para as empresas, as famosas industrias que querem ver lucro em tudo. E com os robôs gigantes não é diferente. Os humanos agora conseguem construir seus próprios Transformers, a partir da reciclagem de antigos autobots ou decepticons para conseguir o metal raro “Transformio”.
Trazendo renovação para a série, Bay investe em novos atores, se nos três primeiros tínhamos Shia LaBeouf com seus tiques e maluquices, neste filme temos Mark Wahlberg, um pai inventor solteiro que tenta cuidar de sua filha da melhor maneira possível. A seriedade vem com as histórias dos personagens e com as motivações, fazendo com que os personagens humanos sejam o destaque bom do filme, mas tudo isso é eclipsado mais uma vez pelo estilo Michael Bay de cinema.
A história passa despercebida, rápida e confusa demais, como sempre estamos em vários lugares em pouco tempo. Não sabemos muito bem a motivação ou sequer de onde surgiram os novos autobots e Bumblebee tem destaque mínimo nesse filme. A carga mesmo fica nos ombros de Optimus e Cade (Wahlberg) tentando desvendar o mistério de um novo Transformer que aparece, mas no final apenas ficamos com mais pontos de interrogação.
Mas quem disse que isso tudo importa? Esse novo filme da série consegue ser muito divertido, a escala das destruições estão cada vez maiores, vemos navios sendo arremessados, naves sugando tudo de metal para depois deixar que caia sobre Hong Kong, mas não antes de destruir mais uma vez Chicago em uma sequência de fuga de tirar o fôlego. Um dos pontos altos da tensão é em uma cena que os protagonistas humanos precisam atravessar cabos de aço entre dois prédios gigantescos. E o que falar dos Dinobots?
Chegando ao final do longo filme, percebemos que a diversão ficou mais contida se comparada com o primeiro, e a fórmula do bom filme se perdeu, mas os ingredientes para o sucesso estão em peso, ingredientes esses que levaram o filme a arrecadar mais de 1 bilhão e, por enquanto, galgar a posição número 18 no ranking mundial.
O filme tem seus problemas, muitos por sinal, mas Transformers nunca se pode olhar com muita critica, mas sim com olhos de uma criança se divertindo, e isso ele consegue, divertir quem está assistindo.
Nota: 8,5!









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