Crítica - Tartarugas Ninja
Na tentativa de deixar o filme obscuro e sério, graças ao Nolan e “The Dark Knight”, sem perder a infantilidade é onde Tartarugas Ninja se perde feio, transformando o filme em uma colcha de retalhos de outros filmes, onde a única coisa que salva são as Tartarugas. Ou será que não?
Depois de anos e anos sem um filme live action dos quelônios, 11 anos para ser mais exato, chega aos cinemas o filme produzido por Michael Bay e dirigido por Jonathan Liebesman (Fúria de Titãs). No filme, afetados por uma substância radioativa, um grupo de tartarugas cresce anormalmente, ganha força e conhecimento. Vivendo nos esgotos de Manhattan, quatro jovens tartarugas, treinadas na arte de kung-fu, Leonardo, Rafael, Michelangelo e Donatello, junto com seu sensei, Mestre Splinter, tem que enfrentar o mal que cresce na cidade de Nova Iorque.
Já podemos começar a falar do roteiro super criativo, que se limita a ser a mesma coisa que qualquer outro filme, mesmo eles tendo um material vasto e completamente maluco, eles decidem deixar o roteiro sério, não permitindo nenhuma loucura comum nas histórias das Tartarugas.
O outro grande problema é que eles erraram o nome do filme, deveria ser “April O’neil e as Tartarugas”. Michael Bay mais uma vez colocando sua mão de criança nos filmes, pois como uma criança na puberdade quanto mais mulher gostosa e explosão em cena, melhor. Megan Fox é bonita, isso é verdade, mas o filme é sobre as Tartarugas e não sobre ela. A superexposição dela, sendo uma péssima atriz, faz o filme perder muito, pois não existe uma cena em que Megan Fox não esteja lá e as Tartarugas ficam em segundo plano. Até a origem dela está ligada com a origem dos quelônios.
E como não poderia faltar em um filme que Michael Bay está envolvido, sobra ação no filme. Todas as cenas de ação, sendo elas de luta ou não, são tratadas como se fossem o ápice do filme, não existe crescente, todas elas são megalomaníacas, se você gosta, é uma boa pedida.
Mas ao final se tentarmos lembrar de algo do filme, não conseguiremos, pois ele é totalmente esquecível e a única coisa de bom que faz é tentar reviver um dos clássicos da nossa infância, mas falha miseravelmente, não deixando o filme mais que medíocre, sendo a cena do elevador a única que se salva.
Nota: 6,0!
Depois de anos e anos sem um filme live action dos quelônios, 11 anos para ser mais exato, chega aos cinemas o filme produzido por Michael Bay e dirigido por Jonathan Liebesman (Fúria de Titãs). No filme, afetados por uma substância radioativa, um grupo de tartarugas cresce anormalmente, ganha força e conhecimento. Vivendo nos esgotos de Manhattan, quatro jovens tartarugas, treinadas na arte de kung-fu, Leonardo, Rafael, Michelangelo e Donatello, junto com seu sensei, Mestre Splinter, tem que enfrentar o mal que cresce na cidade de Nova Iorque.
Já podemos começar a falar do roteiro super criativo, que se limita a ser a mesma coisa que qualquer outro filme, mesmo eles tendo um material vasto e completamente maluco, eles decidem deixar o roteiro sério, não permitindo nenhuma loucura comum nas histórias das Tartarugas.
O outro grande problema é que eles erraram o nome do filme, deveria ser “April O’neil e as Tartarugas”. Michael Bay mais uma vez colocando sua mão de criança nos filmes, pois como uma criança na puberdade quanto mais mulher gostosa e explosão em cena, melhor. Megan Fox é bonita, isso é verdade, mas o filme é sobre as Tartarugas e não sobre ela. A superexposição dela, sendo uma péssima atriz, faz o filme perder muito, pois não existe uma cena em que Megan Fox não esteja lá e as Tartarugas ficam em segundo plano. Até a origem dela está ligada com a origem dos quelônios.
E como não poderia faltar em um filme que Michael Bay está envolvido, sobra ação no filme. Todas as cenas de ação, sendo elas de luta ou não, são tratadas como se fossem o ápice do filme, não existe crescente, todas elas são megalomaníacas, se você gosta, é uma boa pedida.
Mas ao final se tentarmos lembrar de algo do filme, não conseguiremos, pois ele é totalmente esquecível e a única coisa de bom que faz é tentar reviver um dos clássicos da nossa infância, mas falha miseravelmente, não deixando o filme mais que medíocre, sendo a cena do elevador a única que se salva.
Nota: 6,0!








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