CRÍTICA - Rush: No Limite da Emoção


Rush chegou completamente despretensioso, mas galgou seu ótimo lugar em um dos melhores filmes do ano! O filme conta a história de de rivalidade dos dois gigantes pilotos da F1 de sua época, Nick Lauda e James Hunt. Nick, frio e calculista, tudo o que faz é tirar o melhor do seu carro sem se importar com nada. Já James é apaixonado por corrida, a velocidade está em seu sangue e para ele é isso que importa.

O filme é MAGISTRALMENTE "pilotado" por Ron Howard, que conseguiu colocar ainda mais emoção que uma corrida de Formula 1 já tem. A direção e a fotografia nesse filme são parte integrante na narrativa, conseguindo colocar carga dramatica em pingos de chuva. Chris Hemisworth está muito bem no papel, nos faz esquecer que ele é o Thor e atua muito bem. E Daniel Brühl encarnou totalmente Nick Lauda. 

O filme é empolgante nas cenas de corrida e dramático quando estamos fora do cockpit, e por não tentar fazer personagens antagonistas ele já merece muito crédito, pois ele nos deixa livre para escolher um lado nessa relação de respeito, admiração e rivalidade, mas nunca de ódio.

RUSH é uma ótima pedida para quem gosta de F1 e também para quem não gosta! É um "must see" do ano!

Nota: 9,5.

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