CRÍTICA - LUCY
Luc Besson, diretor de Nikita, O Quinto Elemento e Colombiana, traz para as grandes telas mais uma de suas femme fatales, dessa vez é a frágil Lucy, belamente interpretada pela Scarlett Johansson. E assim como todas as suas outras femmes, ela chuta bundas!
No filme, quando a inocente jovem Lucy é obrigada a transportar drogas dentro do seu estômago, ela não conhece muito bem os riscos que corre. Por acaso, ela acaba absorvendo as drogas, e um efeito inesperado acontece: Lucy ganha poderes sobre-humanos quando essa droga começa ativar o seu cérebro exponencialmente, incluindo a telecinesia, a ausência de dor e a capacidade de adquirir conhecimento instantaneamente.
No começo, claro, vemos uma Lucy frágil e perdida na gigantesca Taipei, capital de Taiwan. Não fica muito claro, mas percebemos que talvez ela fosse uma stripper ou algo assim. Lucy vai se encontrar com um conhecido que acaba colocando ela nessa situação toda. Desde o começo dessa cena até ela ser pega, vemos uns cortes muito legais de cenas em que um caçador vai atrás da sua caça até que finalmente a mate. O que deixa tudo bem interessante.
Depois disso é só subindo na exploração do cérebro. Scarlett está atuando perfeitamente para o papel, ela é uma ótima atriz e quando se entrega para o papel faz magia. Podemos tranquilamente dizer que ela fez o papel de uma “super-heroina” nesse filme, e sua atuação nem se compara com a Viúva negra.
O filme tem uma crescente sem limites, cada vez que a os números surgem na tela nos mostrando o estágio que ela se encontra, ficamos mais tentos e curiosos para saber o que de novo ela tem agora, se existem um problema é o fato de os poderes surgirem rápido demais e no decorrer do filme as diferenças não são tão gritantes e muito sutis.
Mas o fato é que ele é uma das melhores ficções cientificas desse ano! O drama que envolve a personagem e a ideia do que nos define humanos ou não é o ponto alto do filme. E o que acontece quando ela chega aos 100%? Bom, só indo ao cinema para saber.
Nota: 10,0!









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