CRÍTICA - Cybernatural
Em um mercado saturado de filmes de terror sobre espíritos malignos e possessões demoníacas, Cybernatural (Unfriended) com mais do mesmo, mas com uma abordagem completamente diferente.
Quando um vídeo constrangedor de Laura Barns cai na internet, a menina tira a própria vida no pátio da escola. Um ano depois, um grupo de seis amigos conversam via Skype e percebem que há uma sétima pessoa desconhecida na videoconferência. Eles pensam que é uma brincadeira, mas logo descobrem que há algo estranho.
O fato é que a história em sí do filme, não tem nada de novo. Já vimos isso em quase todos os filmes de terror que saem hoje em dia, Sobrenatural e Mulher de Preto são alguns exemplos de filmes que tem uma história parecida com esse, mas o grande acerto do filme não é esse.
O filme tem uma abordagem completamente diferente do que normalmente se vê em qualquer outro tipo de filme. Todo o filme se passa na tela do computador da personagem principal, sem sair em nenhum momento disso e o que está sendo contado se desenrola em redes sociais comuns para todos nós: You Tube, Instagram, Skype.
Apesar da história não ser muito original, ela é bem executada pelo filme, o assunto tratado é bem importante sobre como as pessoas são expostas hoje em dia pelas redes sociais e também o quanto isso faz com que elas escondam coisas umas das outras. O grande problema é o final previsível, mas mesmo assim um bom filme.
Nota: 8.0!






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