CRÍTICA - Um Milhão de Maneiras de Pegar na Pistola
Se você gostou de TED, “Um Milhão de Maneiras de Pegar na Pistola” vai fazer você chorar de rir, pois Seth MacFarlane pirou completamente, mas em um nível aceitável para o cinema.
O covarde fazendeiro Albert (Seth MacFarlane) se encanta com a misteriosa forasteira Anna (Charlize Theron) e, movido pela paixão, demonstra ter sim um pouco de coragem dentro de si. Sua recém-descoberta bravura, porém, logo é posta em xeque com a chegada do marido da bela, o famoso pistoleiro Clinch (Liam Neeson), foragido da justiça.
Claro que o filme é completamente politicamente incorreto, desde a primeira cena onde temos piadas racistas até a última, mas quem disse que isso não é legal? Se você entrar no clima do filme tudo se torna uma piada, o que era o objetivo, fazer piada com os filmes de velho oeste.
Ao contrário de TED, esse filme tem um ritmo mais lento, assim como todos os de velho oeste, com o ursinho era uma piada atrás da outra, aqui temos diálogos tentando dar uma importância desnecessária para os personagens, mas necessária para a trama. Albert é completamente estranho para aquele lugar, causa estranheza muito legal fazendo com que ele pareça ter voltado no tempo e caído no meio daquilo tudo.
No final o que fica é uma comédia muito engraçada e com participações especiais divertidíssimas fazendo o filme valer muito a pena.
Nota: 8,0!









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