CRÍTICA - Os Boxtrolls
Você viu todos os tipos de trolls, mas pode ter certeza que nunca viu algum parecido como esses.
Em Boxtrolls vemos Ovo, um garoto órfão, que desde bebê foi criado nos esgotos da cidade de PonteQueijo pelos boxtrolls, amáveis criaturas que vivem do lixo deixado por humanos. Como essas criaturinhas são caçadas impiedosamente por Arquibaldo Surrupião e seus empregados, eles apenas deixam o subterrâneo à noite e, ainda assim, de vez em quando um deles é capturado. Quando Peixe, o boxtroll que criou Ovo, é pego, o garoto decide se aventurar pela cidade para resgatá-lo. É quando conhece Winnie, uma garota mimada, e com um psicopata, que faz com que perceba que ele é, na verdade, um humano.
A fofura é o que reina nesse filme, pelo menos na grande parte do começo do filme, onde vemos boxtrolls pequenos e brincalhões, que sem dizerem nenhuma palavra conseguem nos conquistar. O que dizer da cena com Ovo bebezinho?
O fato é que a Laika está se tornando um produtora para se prestar atenção, A Noiva Cadáver, Coraline e ParaNorman são filmes muito bons que tem algo em comum, são para crianças, mas agradam muito mais os adultos. É assim com BoxTrolls, que mesmo com todas as falas muito infantis e motivos simples e fáceis de entender, o filme nos cativa por suas entrelinhas.
Com uma ótima diversão é boas risadas o filme é uma ótima pedida para quem quer o estilo. Os trolls roubam a cena assim que aparecem, fazendo com que eles sejam comparados aos Mínios, e isso é muito legal, porque deixa o filme na nossa cabeça mesmo depois de terminar e na saída queremos levar um BoxTroll para casa!
Nota: 9,0!










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