CRÍTICA - Meu Amigo o Dragão
A Disney está a todo vapor com suas adaptações e remakes,
sem nenhum sinal de que irá parar, porque até agora não teve nenhum fracasso.
Meu Amigo o Dragão é mais um exemplo que reforça a estatística da empresa do
Mickey.
Após um acidente de carro na floresta, o pequeno Pete é encontrado
pelo dragão Elliot, que passa a protegê-lo. Depois de seis anos vivendo com o
dragão na floresta, ele é descoberto por Natalie, filha da guarda florestal
Grace. Essa situação faz com que ele seja descoberto e levado para longe de seu
amigo Elliot, que decide ir atrás de Pete, mesmo que isso seja perigoso.
Meu amigo o Dragão mal pode se considerar um remake, porque
faz uma grande releitura do que era o desenho original. Sai o dragão verde com
cabelos roxos e entra um dragão peludo completamente verde, e super
carismático.
Com um começo extremamente sentimental e pesado, o filme
consegue agradar a família toda, seja pela história que é super fácil de ser
entendida, pela aventura ou pelos personagens cativantes, é uma boa pedida para
quem quer sentar em uma tarde de domingo e ver um bom filme com a qualidade
Disney de sempre.
Nota: 8,0!







Comentários
Postar um comentário